Taras Ousadas – Tapinhas, Amarração e Afins
Os antigos cafajestes adoravam dizer que a mulher “gosta de levar uns tapas”. Ocorre que os “tapas” a que se referiam em nada se assemelham com os “tapinhas” do sexo. Eles falavam era de “croque”, “cascudo” e “pescoção”.
Disso, é claro, ninguém gosta (ou gosta?).
Neste tópico de nosso MANUAL, passaremos à análise dos Tapinhas, entre outras práticas mais “ousadas”.
Os Tapas O Tapinha precisa de clima. Não adianta chegar dando tabefe, porque isso será visto como agressão, e a garota vai ter certeza de que você é um babaca – afinal, até então ela somente teria suspeitas.
E como criar esse clima? Em primeiro lugar, É NECESSÁRIO SABER SE A GAROTA TAMBÉM TOPARIA ALGO DO GÊNERO. E quem é malaco sabe colocar o tema em pauta.
Uma conversinha aqui, um comentário ali, uma frase esperta acolá, e você já tem elementos para saber se “rola” ou “não rola”.
A “Hora Certa” A transa nada mais é do que uma grande dança. Precisa de...RITMO. Não existe um “tempo certo” para o tapa. Às vezes ele rola logo de início, às vezes rola no final, mais normalmente no meio.
Mas não tem regra. Cada casal tem seu timming, e é preciso respeitá-lo. Senão você pode fazer sua gata broxar legal. Muito cuidado com isso.
A “Força Empregada” A garota que gosta de Tapinha, não necessariamente tem tesão em ser malhada como Judas em “sábado de aleluia”. Desse modo, comece bem devagar. Aqueles “tapinha de Rede Globo”, mesmo. Só para dar um clima.
Pode apostar que, se ela gosta, vai pedir mais. Pode até acontecer de ela gostar mais, por vergonha, não pedir. Nesse caso, ainda bem que não rolou, porque não há nada mais broxante do que sexo “com vergonha”.
Aos poucos, portanto, você vai aumentando a intensidade desses tapas. Mas não se empolga, e use do bom e velho EQUILÍBRIO na hora de evoluir. Mesmo se ela berrar que quer mais forte, procure aumentar aos poucos.
As mulheres têm mania de fazer escândalos por coisas que nem querem tanto assim; não é diferente com os Tapinhas “mais fortes”.
Teatro x Realidade O sexo depende de clima, e nisso ele possui algumas semelhanças com o ato de “encenar”; algumas fantasias, inclusive, são verdadeiras encenações.
Quem dá tapa tem que DAR TAPA, e não ficar só no teatrinho. E, para dar um Tapinha, precisa QUERER e não somente FAZER POR FAZER.
O mesmo, obviamente, vale para o outro lado da moeda (ou melhor, “o outro lado da palmada”). Não adianta “fazer algo diferente”; é preciso querer DE VERDADE.
Palavras “Diferentes” A idéia dos Tapinhas pressupõe um clima “mais tarado”. Então não adianta usar palavras educadas, elogiosas ou algo do gênero. Tem que ser putaria, mesmo. Também não é recomendável chegar xingando. É preciso começar devagar.
Aos poucos, você vai se soltando, usando palavras mais “fortes”. Se a garota curtir, ela vai repetir e/ou sugerir outros “adjetivos”; ou então, como já foi visto em casos mais raros, ela própria “xingará” você.
Algumas palavras, normalmente, são usadas para “xingar”; nesse caso, porém, você só as emprega no auge do tesão, e exatamente em sentido contrário: para “elogiar”, ainda que de forma irracional.
Quando alguém chama, no “calor da luta”, uma namorada de “putinha”, não quer dizer que ela é uma “prostituta no diminutivo”, mas sim que ela é uma “delícia”.
Desse modo, evite expressões como "por obséquio, poderia eu provocar o impacto da minha mão sobre a pele que recobre seus glúteos?". Aliás, bem lembrado, NÃO TEM NADA QUE PEDIR. A pior coisa do mundo (palavra das mulheres) é o homem que fica "pedindo" as coisas.
Tesão x Agressão O sadismo é a tara pela qual uma pessoa tem prazer em ver o sofrimento alheio. Os sádicos, portanto, gostam muito de bater nas masoquistas – essas, portanto, gostam de apanhar (o mesmo valendo para Sádicas e homens masoquistas).
No caso em tela, porém, não se trata de uma relação inserida no contexto BDSM. Os tapinhas, aqui, são “parte de uma transa” e não “parte de uma relação D/s”.
Assim, prezado companheiro cafajeste, o “ato de bater” não deve ser encarado como um “ato de agressão”, mas sim como uma “brincadeira diferente”, a fim de aumentar o tesão do casal (a ressalva é importante para evitar “empolgações”).
Taras Complementares Quando o casal realmente “se encontra” nessa brincadeirinha dos tapas, a coisa pode evoluir e/ou caminhar por outras trilhas. Vamos lá...
Amarração Amarrar faz parte dessa tara, é verdade. Mas não precisa ficar dando “nó de marinheiro” ou então fazer “aulas de shibari”. A meu ver, a amarração, neste caso, tem um contexto mais sexual e menos “técnico”.
Assim, até mesmo um lençol pode ser usado para isso (ou então façam como a Madonna – não lembro o nome do filme – que prendeu os braços do Willem Daffoe com uma cinta).
Além de cordas, há quem goste de algemas; nesse caso, SAIBA BRINCAR. Nada de exagerar muito, porque as algemas de verdade, se você perder a chave, podem se transformar num pesadelo.
Acessórios A palavra “chicote” pode causar um certo arrepio, e em algumas garotas provoca pânico, pavor, asco e até um certo preconceito. Mas há alguns chicotinhos que servem tão-somente para a “encenação”. Casais que já passaram algumas etapas nessa brincadeira podem tentar brincar assim.
Os “pingos de vela” também assustam, mas igualmente são uma pedida para os casais que pretendem “avançar um pouco” nas brincadeirinhas envolvendo a dor.
Roupinhas Algumas garotas se queixam que o namorado “não liga para lingerie”. Não é bem assim. O bom e velho “conjuntinho”, obviamente, é algo que não causa mais aquele impacto na galera.
Ligas, meias 7/8, luvinhas, calcinhas minúsculas, enfim, há uma série de coisas que podem modificar colaborar BASTANTE não somente para essa, mas para qualquer tara.
Dominação Digamos que este seria um “próximo passo” nas brincadeirinhas descritas anteriormente. Algumas pessoas encaram a Dominação como algo muito sério, quase profissional. A meu ver, seriedade e profissionalismo são duas coisas absurdamente broxantes.
Sobre “dominação”, portanto, falarei mais tarde. Há vários outros assuntos que precisam ser abordados antes disso. Não percam os próximos fascículos do “Manual do Cafajeste Moderno”; um guia bem simples, cheio de obviedades, mas que simplesmente ninguém fala abertamente a respeito.
- Postado por: Sr.Vítor às 18h21
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Porque uma serva é chamada de cadela e não de gata?
Existe uma diferença relativa na natureza com relação ao gato(a)(animal) e o cão(cadela), vamos destacar o seguinte:
Gatas são indisciplinadas,ciumentas,arredias,esnobes,rancorosas e prepotentes entre outras qualidades,tudo o que vai contrar a personalidade de uma serva.
A cadela(animal) é fiel,obediente,dengosa,amiga,companheira,disciplinada, um perfil perfeito que buscamos em uma submissa.
As qualidades que mais admiro em uma submissa é sua qualidade em ser cumplice,amiga,verdadeira,honesta e não a submissão apenas em aceitar td o que falo, mesmo que seja a mais absurda das afirmações.
A verdadeira entrega é aquela sincera e convicta da sub e não só porque um mestre impõe ordens,condutas domínios que muitas vezes só tem o objetivo de camuflar um Dominador sem capacidade que na verdade só sabe obter respeito e controle da sua sub através de coação.
- Postado por: Sr.Vítor às 16h02
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Medo da escrava...
Uma coisa que nunca pode acontecer em uma relação entre o dono e a escrava é o medo,porque confronta a premissa básica do BDSM, o SSC, sendo que a segurança e a confiança é item indispensável para entrega da escrava e para que aconteça uma relação madura e responsável.
Se uma escrava tem segurança e não tem medo, nada indica ou demonstra falta de respeito com seu mestre.
- Postado por: Sr.Vítor às 15h34
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Regras no SM
Regras regulamentam as práticas e eventos que queremos ou não que aconteça em nossa relação SM. Elas não regulamentam limites da masoquista ou do sádico. Assim, pense nas coisas que vocês dois, ou que um ou o outro, não quer que aconteça de jeito nenhum: tapa na cara, por exemplo.
REGRAS SERVEM PARA: evitar que coisas desagradáveis a um dos dois, ou a ambos, aconteça na cama, assim como para garantir que coisas agradáveis aconteçam, e também para garantir a segurança dos dois dentro do SM. REGRAS NÃO SERVEM: para garantir a "eternidade" do relacionamento, para garantir ou produzir amor entre os dois parceiros, para seduzir. Regras não servem pra prender uma pessoa a outra, e regras não servem para serem usadas como um instrumento de dominação do Sádico ao Masoquista (com ele usando estas regras para fazer ameaças e coisa e tal) nem de chantagem do Masoquista para o Sádico (do tipo: "se você não me levar pro cinema hoje, eu vou mudar as regras e parar de fazer tudo o que você gosta"). Caso um dos dois comece a usar as regras neste estilo, elas perdem a razão de ser e o relacionamento acabará rapidamente.
- Postado por: Sr.Vítor às 15h25
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Fogo e paixão

Tudo começou com um toque de lábios Um roçar de pernas e de mãos O corpo entrou em combustão E o fogo se alastrou Incendiando a boca Ganhando proporções loucas À medida em que me beijavas
Ao revelar o caminho da luxúria Mexeu com os sonhos de prazer Liberou o som dos delírios Despertou desejos adormecidos Sacudiu os sentidos Me fez enlouquecer Incendiando de vez o coração
Agora, passada a fúria Controlada a loucura Deixa-me seguir teus passos Quedar-me em teus braços Colocar no teu sorriso Mais alegria, mais emoção Ser teu fogo, tua paixão
- Postado por: Sr.Vítor às 14h56
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Pra vc

- Postado por: Sr.Vítor às 12h04
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Para todas as escravas,servas e submissas

Atendendo seu pedido...
Seu pedido para mim é uma ordem,
Ordem que obedeço humildemente como sua serva
Ordem que acato como esperança para o reencontro
Ordem para que possamos novamente juntos estar
Ordem que vem do coração para coração...
Ordem que meu coração quer executar
Na execução da obediência, tornando-me mais serva ainda!
Uma serva que curva-se diante do seu carinho... do seu amor...
Faz de mim tua escrava, faz de mim sua mulher
E como tua serva, tua mulher... de ti tomo posse! És meu!
Serei algoz de seu coração... e o condenarei a ter olhos...
Olhos voltados só para mim... olhos cheios de desejos, de paixão...
Como serva e mulher lhe ordeno:
_Sou tua escrava sim...e se és Rei...não importa... Como sua escrava te condeno:
ETERNAMENTE SERÁS MEU!
- Postado por: Sr.Vítor às 16h30
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Coação Erótica
"A força não faz parte do contexto do sadismo ou do masoquismo, nem faz parte do fetichismo, da dominação ou da submissão. Mas é uma atividade normal e corriqueira. Faz parte do dia-a-dia das pessoas. A força é parte da relação de poder, mas no BDSM o poder não é tomado, é concedido. E não há sequer um adepto do BDSM que não se sinta, de alguma forma, fascinado por esta relação." (Delmonica). A atitude de segurar ou restringir o(a) parceiro(a) durante o sexo é tão velha quanto o mundo. Um número incalculável de espécies segura ou imobiliza o(a) parceiro(a) durante o ato sexual. Escorpiões, aranhas, leões e alguns macacos têm um complexo jogo de imobilização e sujeição erótica durante o acasalamento. Mas não podemos assumir que estes animais têm atividades BDSM. Este é um jogo elaborado e executado exclusivamente pelos humanos. Um aspecto aparentemente contraditório do BDSM é a coerção erótica. O(a) submisso(a) que deseja viver uma relação BD, em seu sentido de escravidão e disciplina, aceita e, portanto, torna consensual, a condição de 'escravo'. Leve-se em consideração que para atingir esse ponto, a relação, o conhecimento mútuo, o entrosamento e a maturidade entre os parceiros deve estar em um patamar elevado. Ou seja, tornar-se BD requer tempo. Pois só o tempo trará o conhecimento (associado ao autoconhecimento), e só o conhecimento levará, neste caso, à consensualidade específica do BD. Explico melhor: quando o desejo de possuir ou ser possuído vem à tona na relação é preciso que fique claro que a consensualidade aqui assume um caráter definitivo. O(a) 'escravo(a)' é uma propriedade, portanto faço com ele o que quero, pois ele aceitou a condição de ser possuído, de ser meu. Por outro lado, assumo um voto extremo de confiança que me foi dado (porque sabe que o conheço, porque tem confiança em minha experiência, em minha técnica, em minha habilidade para conduzi-lo em um mergulho de confronto consigo mesmo). Confia em minha habilidade de conduzi-lo de maneira sadia em momentos em que emergem possíveis carências ou problemas com a auto-estima; confia em minha sensibilidade para quebrar suas barreiras e no meu potencial para cuidar do que é meu. Explico estes detalhes pois sempre pensamos no 'escravo' sendo forçado ou obrigado a uma atividade contrária ao seu desejo, e por fazer sob força, ou recusar-se a obedecer, é castigado. Coação erótica é baseada em consentimento mútuo. Mas, como disse, uma consensualidade definitiva, explícita no momento em que se aceita a condição de 'escravo' e 'dono', e implícita a partir daí. Onde o que valerá será o conhecimento que um tem do outro, dos desejos, dos limites e do respeito entre parceiros. aí temos um paradoxo. Se é baseada em consentimento mútuo, como acreditar que alguém está obrigando alguém a fazer algo "forçado"? A resposta é que a fantasia é um dos ingredientes mais importantes para o BD, e o(a) dominador(a) sensível tem a responsabilidade de tornar a cena o mais real possível. Já o 'escravo' deve corresponder de maneira comprometida com o jogo, pois mesmo numa posição de submissão ele é fator atuante, e deve ter consciência disto para manter o clima do jogo. Cabe ao dominador controlar e modificar a grande quantidade de variáveis que existem no complexo jogo da dominação e posse. O inusitado, o surpreendente, o erótico, o temor, são variáveis básicas que o(a) submisso(a), em contrapartida, deve ter a habilidade de deixar que tomem conta de sua mente, bem como a fantasia de acreditar na situação proposta pelo dominador. A coação erótica é uma forma singular de atingir profundamente os mecanismos de prazer do ser humano. E, por ser profunda, precisamos estar atentos às reações do escravo, pois seus sentimentos e suas dificuldades devem ser respeitados.
*Fonte Desejo Secreto
- Postado por: Sr.Vítor às 16h10
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Dominação

José Cardoso
Possuidora de mim, de meu corpo, de minha mente... Dominadora de meus sonhos e ansiedades... Vestida de anjo em corpo de mulher, procuras-me com toques e carícias que levam-me ao devaneio, à loucura Fogosidade e sensualidade transpiram em teu corpo desejado, buscando sempre a chama da paixão e do amor acender Poderosa e cativante, rebaixas-me ao último grau da escravidão sexual, tornando-me um mero objeto de tuas fantasias e desejos Chegas como a um verdadeiro turbilhão de emoções que eleva-me ao mais alto patamar do prazer e da sexualidade Usas meu corpo como se somente a ti pertencesse, como se fora minha ama e senhora, como que vontade própria, eu não mais possuísse... Quando me subjugas e a ti me entrego, retiras de minha boca palavras indecifráveis, sussurros que somente tu entendes, espasmos que somente tu sabes controlar Apagas de minha memória toda uma vida e passo a ter-te como única, inigualável e insubstituível Adolescente me faz, inexperiente me torno, procurando-te como se a primeira vez fosse, buscando aprender o que cuidadosamente me ensinas, suplicando-te sempre muitas carícias e beijos ardentes Vibrações eróticas tomam conta de todo meu ser a cada vez que de ti aproximo-me, já não mais consigo controlar minhas ereções, meus pensamentos voam como se momentos ardentes estivesse contigo vivendo.... Momentos estes de puro prazer, de um gozo prolongado e interminável... Dominado sou, quero a ti pertencer, a ti entregar-me, saciar e ser saciado, amar e ser amado...
- Postado por: Sr.Vítor às 11h01
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MÃOS DE DESEJO
Mãos embriagadas de desejo Procuram as portas do prazer Para escancará-las à luz Que brilha na aurora do leito,
Quando os amantes acordam Com olhos cheios de estrelas Fixados no céu azul. Sobre a relva, entre eucaliptos,
As mãos parecem cântaros Saciando a sede dos corpos, Ávidos de água bendita Que lhes brota nas bocas
Quando na relva se unem. E embotando os sentidos, Fundem-se em peça única Com a seiva que gera vida,
Vinda de cimbalístico orgasmo Vibrando mais que campanários, Lançam no ar os milhões de notas Que compõem a ária do amor
Que só as almas podem cantar Em momento tão sublime, Os versos nascidos instantâneos Durante o ato de amar.
- Postado por: Sr.Vítor às 13h11
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Cães, dogwoman
Reflexões “De todos os animais que conhecemos, o cachorro é o que mais se uniu a nós.
Sejam príncipes, que lhe dão farta comida e leito de plumas, ou mendigos que dormem ao relento e só podem oferecer-lhe uma pequena parte das suas próprias migalhas: idêntica é a sua afeição e dedicação, e com igual amor lambe a mão ornada de jóias e os dedos trêmulos, consumidos de doenças e de fome”.
Para o cachorro, o tempo parou. O que vale para ele é ainda o coração, e sua devoção provém de uma época romântica. Sua alma, incólume ao século nervoso das bombas atômicas e das viagens interplanetárias, não conhece nem malícia e nem falsidade; com a mesma alegria natural ele nos acompanha na chuva torrencial e no forte calor : sempre o amigo mais fiel do homem.
Mas essa sua entrega completa ao homem e o nosso domínio absoluto sobre um ser que não tem alternativa de optar por um ou outro dono impõem-nos, além da obrigação de dar-lhe comida e teto, o dever de tentar compreende-lo, de descobrir seu gênio, enfim, de amar este escravo que encadeamos à nossa existência”
Trecho do livro : O CÃO em nossa casa Théo Gygas
- Postado por: Sr.Vítor às 19h22
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M se refere a amor e prazer?
SM se refere à sensação e estímulo, troca de energia, confiança no parceiro e troca de amor e prazer. Alguns praticantes de SM procuram a "dor", mas eles querem a sensação administrada de um modo que o resultado final seja prazeroso para eles.
Os sociólogos Weinberg e Kamel escreveram, em 1995:
"Muito do SM envolve muito pouca dor. Muitos masoquistas preferem atos como humilhação verbal ou abuso, vestir a roupa um do outro, serem amarrados (bondage), espancamentos leves, que não envolvam grandes desconfortos. Freqüentemente, é a noção de inutilidade e submissão à vontade de outro que é sexualmente excitante. No ponto central do sadomasoquismo não há dor e sim as idéias de controle-dominação e submissão".
Thomas S. Weinberg e G.W. Kamel (1995). "S&M: Uma Introdução ao Estudo do Sadomasoquismo", S&M: Estudos sobre Dominação e Submissão, Prometheus Books, pág. (19).
Havelock Ellis, M.D. produziu um estudo elucidativo sobre sexualidade (Estudos da Psicologia do Sexo), no qual ele escreveu que o conceito de dor é muito mal-entendido:
"A essência do sadomasoquismo não é tanto a dor, já que a dominação dos sentidos é mais emocional que física. O masoquismo sexual ativo tem pouco a ver com dor e tudo a ver com a procura de prazer emocional. Quando entendemos que é apenas dor e não crueldade, o essencial nesse grupo de manifestações, começamos a chegar mais perto da explicação. O masoquista deseja experimentar a dor, mas ele geralmente deseja que seja infligida com amor; o sádico deseja infligir a dor, mas ele deseja que seja sentida com amor...".
Havelock Ellis, M.D. (1926) Estudos da Psicologia do Sexo, F.A. Davis Company, pág. 160.
- Postado por: Sr.Vítor às 14h12
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Por que chamamos de SM ao invés de S&M?
O termo S&M significa Sadismo e Masoquismo, e as descrições e definições históricas de S&M são freqüentemente estereotipadas e não-consensuais. O termo SM se refere a sadomasoquismo, que é um tipo de orientação ou comportamento sexual. Muitas pessoas chamam de SM para enfatizar a necessidade de consenso, já que ambos os comportamentos estão unidos em uma só palavra. SM também se refere, às vezes a "couro", "Dominação & Submissão", "D&S" e "BDSM".
- Postado por: Sr.Vítor às 14h11
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SONETO DA DEVOÇÃO - Vinicius de Moraes
Essa mulher que se arremessa, fria E lúbrica aos meus braços, e nos seios Me arrebata e me beija e balbucia Versos, votos de amor e nomes feios.
Essa mulher, flor de melancolia Que se ri dos meus pálidos receios A única entre todas a quem dei Os carinhos que nunca a outra daria.
Essa mulher que a cada amor proclama A miséria e a grandeza de quem ama E guarda a marca dos meus dentes nela.
Essa mulher é um mundo! — uma cadela Talvez... — mas na moldura de uma cama Nunca mulher nenhuma foi tão bela |
- Postado por: Sr.Vítor às 19h35
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Menina...
Menina, mulher amante, com seus olhos brilhantes, quero ter você por um instante, e beber teu prazer constante... Beijar o teu corpo gostoso, lamber seu pescoço, e ser grudento aos poucos... Se te quero tanto assim, nesta ilusão tão ruim, é porque para mim, és um castigo sem fim... Na minha serra querida, tu és a minha guia, te quero nua de dia, nem que seja por fantasia... |
- Postado por: Sr.Vítor às 13h30
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Signo do zodíaco do Sr.Vítor
Leão
Seu jeito sexy é tão envolvente como natural. Por isso invista nele ! Na cama, a sintonia pode ser grande com Sagitário. Com Gêmeos, o clima pega fogo de vez e o calor também é intenso com alguém de peixes. Basta não ter preconceito na intimidade. (Características do Signo )
- Postado por: Sr.Vítor às 13h16
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Poema
Eu tenho vontade, sim, de ser banal, de falar de estrelas e de lua, de por nas coisas todas deste mundo,aquele encanto condenado do lugar comum. Eu tenho vontade de me estirar na estrada, cara pro céu, olhos no infinito e assim, além, entre poeira e sons, deixar que o meu corpo morra por minutos e por minutos, eternos, ressuscite. Eu tenho vontade de ser anjo e gente, abelha e flor, para sorrindo e beijando a tua boca ser céu e chão, semente, pólen, vento, redenção.
*Autor O chacal
- Postado por: Sr.Vítor às 13h13
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Escrava Submissa
Escrava submissa, não poderiam estar mais enganados aqueles que vêem em ti simplesmente uma cadela ou uma putinha sem valor, mas mesmo assim, orgulha-te, escrava, porque apenas quis o destino te transformar neste enigma impossível aos tolos desvendar. És forte e como tens coragem, mulher que se fez escrava, que se faz cadela e que se faz puta por amor. Tua força, tua coragem e teu valor podem ser vistos e medidos pela tua entrega e submissão aos tormentos que vem do teu Senhor. Quero-te altiva, orgulhosa de tua condição, escrava minha. Mais que tua coleira e as minhas iniciais em teu corpo, teu olhar firme e convicto e tua postura diante do mundo não deixam dúvidas, és minha propriedade. Não te educo apenas para o meu e para o teu prazer, mas para a vida. Minha obra jamais se restringirá apenas ao teu corpo, sempre alcançará também à tua mente, o teu espírito e a tua alma. Experimenta com graça o meu chicote e, com resignação e paciência, as dores que te causo na alma, pois são elas que te marcam o espírito, te transformando em, para-sempre, escrava minha.
- Postado por: Sr.Vítor às 10h49
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BDSM: Bondage, Dominação e Sado/Masoquismo
BDSM é um jogo erótico e/ou místico-filosófico que tem como objetivo prolongar o prazer de seus participantes. Não há perversão. Há muita responsabilidade e gozo. Tudo que acontece é discutido e ambos sabem exatamente até onde podem ir, parando a qualquer momento que queiram ou necessitem. O BDSM é composto por várias camadas e nestas encontramos de tudo um pouco. Desde fetichistas querendo apenas um jogo de exibicionismo e adoração, a outros que são atraídos por experimentos mais incomuns, diferenciados e/ou pesados. Isso só ocorre quando é exposto, debatido e avaliado por ambos, devendo haver previamente, inclusive, uma pesquisa e preparo.
- Postado por: Sr.Vítor às 10h16
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Humor
- Postado por: Sr.Vítor às 10h07
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BDSM
Sigla que significa:
BD = Bondage e Disciplina
DS = Dominação e submissão
SM = Sadomasoquismo
- Postado por: Sr.Vítor às 12h13
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Alguns termos BDSM
Alguns significados BDSM
Algolagnia -
O ato de transformar a dor em prazer sexual. Um sinônimo para sadomasoquismo.
Baunilha -
Termo usado para indicar o sexo convencional. Pessoas que não estão envolvidas em BDSM.
Barras de Imobilização -
São barras de metal ou madeira, de diversos comprimentos, geralmente com um gancho no seu centro, são utilizadas para manter braços e/ou pernas abertos e imobilizados. Podem vir com tornozeleiras e/ou pulseiras nas extremidades ou não. Dificultam ou impedem o submisso(a) de andar e dão acesso à área genital. São utilizadas de diferentes maneiras quanto a sua fixação.
Bastinado -
De "bastão" (Do latim: "bastonis"," bastum") Ato de bater nas solas dos pés. Acredita-se que o bastinado teve sua origem no mundo árabe, onde até hoje é usado. Foi "importado" pelos europeus na época das primeiras cruzadas. Também é referido a algumas regiões da Ásia, como forma de castigo aplicada pelo marido à mulher e aos filhos. A idéia do castigo do bastinado no mundo árabe, além da dor física como forma de punição, é deixar o castigado sem poder andar temporariamente, devido aos ferimentos da punição, em uma clara posição de humilhação. O Castigo consiste em imobilizar o(a) submisso(a), normalmente com as solas dos pés para cima, e aplicar golpes com uma varinha de "canning" somente nas solas dos pés. Deve-se observar que os pés possuem um grande número de terminações nervosas e ossos delicados e a possibilidade de um acidente é real. Não se aplica o bastinado com objetos duros como pedaços de madeira ou chibatas.
BDSM -
É a fusão de Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo (BDSM).
Bondage (Imobilização) -
O "B" do BDSM. Bondage na verdade conforma as práticas de escravização. Popularmente usado para referir-se a atividades de imobilização com cordas, lenços, algemas de couro ou metal, tornozeleiras, "spread bars" (barras de alargamento que servem para manter pernas e braços abertos visando à imobilização do(a) parceiro(a)). Todas as "cenas" de Bondage remetem ao tema básico: o cativeiro. Dentro dos grupos e comunidades de BDSM existe uma regra básica de segurança, definindo que imobilizações ou "amarrações" só são feitas do tórax para baixo. Cabeça e pescoço são áreas proibidas devido à possibilidade de asfixia. Dentro do S.S.C. há um limite de tempo para se deixar alguém imobilizado, em decorrência da possibilidade de isquemia tecidual, ou seja, da falta de irrigação sangüínea em uma área. Algumas pessoas acham extremamente sensual a situação de estarem imobilizadas, à mercê de outrem. Estar fisicamente imobilizado dentro de um contexto de consensualidade dá a possibilidade para os aficcionados de experienciar sua sexualidade livremente, o que, talvez, de outro modo, estas pessoas poderiam não ser capazes de se permitir em virtude de questões morais ou de educação. Bondage pode ser também visto como a transferência da responsabilidade para quem coordena a ação.
Coleira -
Um símbolo de entrega usada por um(a) submisso(a). Uma coleira é posta ou dada em um relacionamento como um profundo símbolo de entrega. Um(a) submissa(o) encoleirada(o) é considerado como propriedade ou parceira(o) de um(a) dominador(a). Pode ser usado também como equipamento em uma imobilização.
Consensual -
Atividades ou comportamentos acordados e de conhecimento de todos os que estão envolvidos. A consensualidade verdadeira exige que todos os participantes envolvidos em uma prática BDSM, sejam dominadores(as) ou submissos (as), tenham um mínimo de conhecimento do que vai ser feito e como vai ser feito, e tenham conhecimento dos possíveis riscos. No Brasil, a consensualidade ainda é algo pouco difundido e menos ainda praticada em seu sentido mais profundo. Não basta dizer, por exemplo, "vou te amarrar". Tem de existir tanto por parte do submisso como por parte do dominador o conhecimento de como fazê-lo, controlando os possíveis riscos e controlando todos os aspectos envolvidos. Sejam técnicos, teóricos, práticos ou psicológicos.
Disciplina -
O "D" do BDSM. Pode ser: punição, disciplina estruturada visando treinar o submisso(a), componentes de jogos de castigo/recompensa. A definição de Disciplina dentro do BDSM é muito ampla e será tratada em trabalho à parte.
- Postado por: Sr.Vítor às 11h44
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Dicionário Bdsm
Dogwoman -
(Do inglês: "dogwoman" - mulher cachorro) Ato do submisso(a) atuar e comportar-se como um cachorro ou cadela. Dentro do BDSM, deve comer em uma terrina, dormir aos pés da cama do dono(a), assumir posições previamente treinadas, etc...A prática de dogwoman requer adestramento como um cachorro/cadela.
Dorei -
(Do japonês: "Dorei". Tradução aproximada: escrava). Nome dado á mulher submetida ao Shibari (Ver: Shibari)
Fist Fucking -
Do inglês: Fist: punho + Fucking (meter, na gíria) . Uma das mais intensas práticas dentro do BDSM. Consiste na introdução da mão (punho) na vagina ou ânus. Tem mais adeptos dentro da comunidade gay, mas não está associada á práticas homossexuais dentro da comunidade BDSM. Inicialmente, o dominador(a) introduz vagarosamente os dedos, até conseguir um relaxamento muscular do parceiro(a). Deve existir uma grande cumplicidade entre o dominador(a) e o submisso(a) para esta atividade. Fisting requer tempo, atenção, cuidado e carinho. Com a lubrificação adequada, fisting não é necessariamente uma experiência dolorosa. De qualquer maneira, é consenso dentro da comunidade BDSM que a prática do fisting não é utilizada para causar dor e sim prazer no(a) parceiro(a) como uma forma intensa de penetração. Praticantes de Fist Fucking dizem que esta é uma atividade sensorialmente profunda, tanto para quem está recebendo como para quem está conduzindo. O fisting tem inúmeros componentes psicológicos: Pode remeter à uma sensação de violação, humilhação ou abandono. O punho é um símbolo de poder, literalmente. A introdução do punho dentro do corpo de um ser humano tem um enorme impacto tanto emocional quanto sexual, pois diferente de objetos artificiais (vibradores, butt plugs, etc.) a destreza e o movimento da mão provoca uma sensação única. Lembramos que a introdução de qualquer coisa no ânus/reto é uma atividade de alto risco, que pode resultar em hemorragia.
Gag, Gag Ball -
Instrumentos que são inseridos na boca para evitar que um submisso(a) possa falar. Podem ter a forma de bola, freio; podem ser rígidas ou moles. Não se deve usar as Gag balls que possuem balão de inflar, pois podem induzir a um sufocamento. Deve-se também, ao se usar gag balls, convencionar uma "safe word" que possa ser entendida pelo dominador(a), como, por exemplo: batidas com as mãos ou pés, movimento de cabeça, ou algo similar, visando preservar a segurança da situação.
Privação Sexual -
Ato de impedir física ou mentalmente que o(a) submisso(a) tenha prazer. Pode ser aplicado tanto por voz de comando, caso haja um condicionamento para tal, como por meio de aparelhos para impedir as sensações físicas.
Proibição de Orgasmo -
Ato de proibir, apenas pela ordem verbal a obtenção de orgasmo por parte do submisso(a). É comum o(a) dominador(a) ordenar ao submisso(a) que não goze, a não ser que ordenado pelo dominador(a). Requer uma grande dose de concentração e auto-controle.
Restrições -
Uma variante da imobilização, onde se priva o(a) submisso(a) de alguns dos sentidos: a visão, a audição, a fala, etc. Na comunidade BDSM é comum o uso de vendas, mordaças ou gag-balls, tampões de ouvido, etc. visando gerar no(a) submisso(a) uma expectativa, uma tensão do que está por acontecer. Em formas mais pesadas de práticas BDSM se tem conhecimento do uso de sondas uretrais para controle das necessidades fisiológicas do submisso(a) e uso de cinto de castidade por tempo determinado, tanto em homens quanto em mulheres, impedindo o ato sexual tanto anal quanto vaginal. Outra atividade bastante popular é a "proibição" do gozo por parte do submisso(a), onde este deve aguardar a permissão de seu mestre ou dominador(a) para tal. Nota-se aqui o componente erótico que sempre está presente. O que se busca é prazer mútuo dentro do São, do Seguro e do Consensual. Spread Bar -
Barras longas, usualmente de metal madeira com argolas e/ou furos em cada ponta, usadas em situações de imobilização para manter os braços ou pernas do submisso(a) afastadas.
Sete por Vinte e Quatro (7/24) -
(De: 7 dias por semana, 24 horas por dia.) Filosofia dentro do BDSM onde, analisando de um modo simplista, as pessoas envolvidas se propõem a viver um relacionamento de Dominação/Submissão 24 horas por dia. Este tópico também é muito abrangente e merecerá estudo à parte
ickling -
Pratica aparentemente inocente, mas utilizada milenarmente pelos chineses como tortura menor. O tickling é o ato de se aplicar cócegas e beliscões em alguém. Psicologicamente perturbador, depois de um tempo transforma-se em uma poderosa forma de estímulo sensual. Existe um componente psicológico muito forte nas cócegas, talvez por remeter às "couraças musculares" tão bem tratadas por Reich . Normalmente o tickling é feito com o submisso(a) imobilizado para evitar fugas ou movimentos involuntários bruscos. O dominador(a) pode usar as mãos, penas, pequenos "rastelos", ou qualquer coisa que provoque cócegas. Se aplicado por muito tempo pode ocasionar incontinência urinária, o popular "urinar nas calças de tanto rir". Excluindo-se o nervosismo inicial, uma sessão de tickling libera uma quantidade considerável de endorfinas no cérebro. É comum o submisso sentir uma mistura de sensações de bem estar e esgotamento físico depois de uma sessão de tickling. O dominador(a) deve observar que uma sessão prolongada de cócegas pode ser extremamente perigosa.
Velas - Cera -
Prática dentro do BDSM onde a parafina de uma vela é gotejada no corpo do submisso(a). Deve-se evitar derramar parafina muito de perto, bem como não se utilizar velas coloridas, porque o corante da parafina aumenta o ponto de liquefação da mesma. Velas coloridas, aromatizadas e similares, podem ocasionar queimaduras sérias.
- Postado por: Sr.Vítor às 11h35
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Texto : Eu sou uma mulher submissa
Eu sou uma mulher submissa. Eu encontro prazer, alegria e realização pessoal em ser submissa a alguém em um relacionamento amoroso. Eu não sou fraca ou estúpida. Eu sou uma mulher forte, com visões firmes e conceitos claros do que eu quero para a minha vida. Eu não sirvo a alguém por vergonha ou fraqueza, mas sim por orgulho e força. Eu procuro em meu Mestre direcionamento e proteção, pois eu nunca fui tão completa como desde que ele está comigo. Eu sei que ele vai proteger meu corpo, minha mente e minha alma com sua força e sabedoria. O seu toque me desperta e seus pensamentos me libertam. É somente servindo a ele que eu me sinto completamente livre e feliz. Suas punições são muito duras, mas eu as aceito com gratidão, falando que ele tem em mente os meus maiores interesses. Se ele deseja meu corpo para seu prazer eu o darei prazerosamente a ele, e sentirei prazer em saber que eu lhe proporcionei felicidade. De qualquer maneira, o prazer da carne é somente uma faceta de qualquer relacionamento. A confiança e a cumplicade, as palavras faladas e os sentimentos, todos esses são parte deste relacionamento. Meu corpo é dele. Ele diz que eu sou o seu brinquedo, sua puta, sua vadia, então eu sou isso, assim como desejo ser tão sua quanto ele me deseje, e se outros não vêem isso é porque eles são cegos, não meu Mestre. Minha mente é dele, para expandir, para explorar, para conhece-la como só ele pode. Eu não tenho segredos para ele, já que segredos são coisas que me afastariam de ser mais perfeitamente dele. Segredos construiriam uma muralha entre meu Mestre e eu. Eu não desejo muralhas. Suas lições não são sempre as que eu procuraria para mim mesma, mas elas são as que ele decidiu que eu preciso aprender, e assim eu as aprendo. Minha alma é dele, tão desnuda ao seu toque quanto minha pele pode estar quando estou ajoelhada aos seus pés. Não há um único momento sem que eu sinta sua presença, esteja ele quilometros distante ou sobre mim. Se eu o desagradasse, seu desprazer seria como um sopro gelado em minha alma, uma punição pior que qualquer chibatada poderia ser. A angústia que eu sinto em minha alma quando eu o desaponto é mais difícil de suportar do que a agonia física provocada pelo ardor do seu cinto em minha pele. Eu passo meus dias sabendo que a energia e a força que ele coloca em nosso relacionamento é muito mais para o meu benefício que para o dele, e que ele sempre tem uma visão antecipada de tudo que iremos viver. A sua parte é muito mais dificil que a minha, e eu sei disso e sou grata por ele se importar tanto comigo a ponto de gastar sua energia e seu tempo tão livremente comigo. Eu tenho o trabalho mais facil: sentir, experimentar, me deixar levar e abandonar tudo em suas mãos. Eu sou seu prazer e sua responsabilidade, e ele leva ambos muito a sério. Eu sou uma mulher submissa. Eu me sinto orgulhosa em me definir assim. Minha submissão é uma dádiva, é um presente, que eu não entrego facilmente, mas apenas àquele que sabe apreciá-la e dar-lhe o valor e retorno devido. Somente a Ele, que detém esta força, eu me entregarei por inteiro, porque também sou forte e orgulhosa. Eu sou uma mulher submissa.
autor desconhecido
- Postado por: Sr.Vítor às 18h39
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Dog play

- Postado por: Sr.Vítor às 18h38
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