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Como se tornar uma Masoquista Hard Clique na imagem para ler..Ilário!!rs
- Postado por: Sr.Vítor às 10h41 [ ] [ envie esta mensagem ] Serve-me Penetro em teu pensamento, Me envolvo com teu corpo, Estás ajoelhada, curvada, Observo seus olhos baixos, Submissão, maravilhosa... Vejo ali seu corpo belo, Que observado sente-se tremulo, E demonstra que espera pelo toque provocante, Pelo desejo da dor exorbitante, A espera pela necessidade, Do animal amante... Provoco o amor feroz e voraz, Eu que busco e promovo em teu corpo de escrava, A satisfação da carne, E a entrega da alma, aos prazeres infundados e permitidos... Dou-lhe o prazer da dor... Que sucumbe teu corpo, Dor que em um só tempo Te agride e te enaltece... Modos, formas jeitos e trejeitos, Conscientes e inconscientes, Mas provocados pelo puro Prazer de sentir na pele, Na carne, Na alma, A benevolência ao teu senhor. Serve-me então, Com teu corpo e tua alma, E eu sirvo-te com minhas marcas, E meu amor ! - Postado por: Sr.Vítor às 12h10 [ ] [ envie esta mensagem ] História de O Histoire d'O (título em português: História de O) é uma novela sadomasoquista da autora francesa Pauline Réage, que acabou se revelando como um pseudônimo de Anne Desclos (1907-1998) poucos anos antes de sua morte. Ela também publicou com o pseudônimo de Dominique Aury. Publicado em 1954 em francês, era uma fantasia de uma submissão feminina sobre uma fotógrafa de moda parisiense que foi vendada, acorrentada, chicoteada, marcada, obrigada a usar uma máscara e ensinada a estar "constantemente disponível" para penetração oral, vaginal, e/ou anal. Em fevereiro de 1955, ganhou o prêmio de literatura francês "Prix des Deux Magots", o que não impediu que as autoridades francesas acusassem a editora de obcenidade. As acusações foram rejeitadas pela corte, mas o livro ficou banido por muitos anos. A primeira edição em inglês veio a público em 1965. Eliot Fremont-Smith (do New York Times) considerou a publicação um "evento significativo." Uma continuação, Retour à Roissy (Retorno a Roissy), foi publicada em 1967. Uma visão da novela é que é sobre uma forma extrema de objetificação de uma mulher. A heroína da novela tinha o menor nome possível, consistindo apenas da letra O. Mesmo que fosse de fato uma abreviação do nome Odile, também poderia significar objeto ou orifício, um O sendo uma representação simbólica de qualquer "buraco." O livro é a fonte de vários termos utilizados na subcultura BDSM, como SAMOIS, o nome da propriedade que pertecia a uma personagem, Anne-Marie, que fez a marca em O. Um filme, História de O, foi filmado em 1975 pelo diretor Just Jaeckin, estrelando Corinne Clery. O filme foi muito menos aclamado que o livro. Foi banido no Reino Unido pela Censura até fevereiro de 2000. Em 1992 o diretor Eric Rochat, que produziu o filme original de 1975, fez uma minissérie brasileira em dez episódios com Claudia Capeda. - Postado por: Sr.Vítor às 08h44 [ ] [ envie esta mensagem ] Fetiche – Clube Dominna Descubra o clube paulistano onde você pode realizar seus fetiches mais loucos - Postado por: Sr.Vítor às 19h17 [ ] [ envie esta mensagem ] Símbolo BDSM
O símbolo de BDSM não tem nenhum simbolismo "óbvio" porque foi criado para criar uma aura enigmática.
Para o observador desconhecedor de BDSM, poderá ser meramente um desenho atractivo de uma jóia. Assim, foi criado para ser utilizado como uma saudação, um reconhecimento, fazendo com que os praticantes de BDSM mais fácilmente se reconheçam quando eventualmente se cruzam nas suas vidas diárias.
Ao conhecedor e praticante, no entanto, o emblema está cheio de significados. As três divisões do símbolo representam, em primeiro lugar, as três divisões próprias do BDSM. São elas: B&D (Bondage & Dominação) , D&S (Dominação & Sadismo), e S&M (Sadismo & Masoquismo).
Em segundo lugar, as três regras essencias do comportamento de BDSM: Seguro, são, e consensual.
Em terceiro lugar, as três divisões da comunidade: Dominadores, Submissos e Switchers (assumem o papel de Dominadores ou Submissos, dependendo do parceiro, da situação, etc). É este terceiro simbolismo que dá o significado aos pequenos furos em cada uma das unidades em que se divide o símbolo. O BDSM é muito menos um jogo e muito mais uma forma de amar, os furos representam o estado incompleto do indivíduo só, dentro do contexto de BDSM. Por mais "completo" que um indivíduo seja, sobra ainda um espaço vazio dentro dele que somente pode ser preenchido por um outro indivíduo complementar. O BDSM não pode ser feito sozinho. A semelhança entre este símbolo e uma variação "tripartida" do símbolo de Yin-Yang não é acidental. A forma curva do Yin e Yang representa a fronteira difusa entre onde uma começa e a outra termina, assim como as três formas curvas do símbolo do BDSM representam as divisões indistintas entre B&D, D&S, e S&M. O metal e a cor metálica do medalhão representam as ligações e as correntes entre as atitudes BDSM de servidão/posse. As três zonas internas a preto representam uma celebração do lado escuro, mas controlado, da sexualidade BDSM. As linhas curvas, elas próprias, podem ser vistas como uma representação estilizada de um chicote enquanto balança, ou mesmo de um braço no movimento erótico de uma palmada. O círculo exterior representa, naturalmente, toda a unidade de tudo isto e a singularidade de uma comunidade que se protege a si mesmo. Copyright 1995, 1997, Quagmyr@aol.com O símbolo BDSM é um copyright 1995 de Quagmyr@aol.com que o mantem de forma a proteger o símbolo. É gratuita a sua utilização para efeitos educacionais e não comerciais pela comunidade BDSM. Este texto é copyright 1995, 1997 de Quagmyr@aol.com e é aqui utilizado sob permissão. - Postado por: Sr.Vítor às 16h45 [ ] [ envie esta mensagem ] |
