Mulheres de Atenas (Chico Buarque)
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas Vivem pros seu maridos, orgulho e raça de Atenas Quando andas, se perfumam Se banham com leite, se arrumam Suas melenas Quando fustigadas não choram Se ajoelham, pedem, imploram Mais duras penas Cadenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas Sofrem pros seus maridos, poder e força de Atenas Quando eles embarcam, soldados Elas tecem longos bordados Mil quarentenas E quando eles voltam sedentos Querem arrancar violentos Carícias plenas Obscenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas Despem-se pros maridos, bravos guerreiros de Atenas Quando eles se entopem de vinho Costumam buscar o carinho De outras felenas Mas no fim da noite, aos pedaços Quase sempre voltam pros braços De suas pequenas Helenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas Geram pros seus maridos os novos filhos de Atenas Elas não têm gosto ou vontade Nem defeito nem qualidade Têm medo apenas Não têm sonhos, só têm presságios Lindas sirenas Morenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas Temem por seus maridos, heróis e amantes de Atenas As jovens viúvas marcadas E as gestantes abandonadas Não fazem cenas Vestem-se de negro, se encolhem Se conformam e se recolhem Às suas novenas Serenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas Secam por seus maridos, orgulho e raça de Atenas
- Postado por: VEG às 15h21
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Primeiro encontro
Cheguei no local marcado, estava chovendo ... céu negro... vento e meus cabelos um pouco molhados colavam em meu rosto. Apreensiva... nervosa, curiosa, excitada, tudo misturava-se enquanto aguardava a chegada do meu DONO. Me achei uma louca na hora ...mas não ia desistir, já que há tempos eu o provocava no Chat e o desejava demais como meu senhor e Mestre para iniciar-me no sm. Queria fazer tudo... experimentar tudo, sem pudores.......e comecei a lembrar de nossos papos pelo MSN, quando dizia que não tinha limites..rss.. distraída em meus pensamentos, nem percebí um carro que parou ao meu lado, assustando-me com o barulho da porta que bateu. Olhei p/aquele homem e reconhecí o meu DONO, na hora um friozinho no estômago me fez encolher. Fiquei estática, esperando uma atitude. Ele não disse nada e eu atônita não sabia sequer expressar qualquer reação. Segurou-me pelos cabelos com força e beijou minha boca ....Devagar olhou meu rosto, corpo... Me sentí nua. Depois com uma feição séria... disse: - Quero ver agora vc me enfrentar como fazia na sala!
E eu desbocada como sempre, não conseguí me segurar e falei: _ Está pensando que tenho medo? Tsc.. tsc.. tsc... e sorrí... Sorriso que sumiu com um tapa q ele me deu no rosto. Caí sentada no chão molhado. Ele caminhou até o fundo do carro abrindo o porta-malas. Reparei q ele olhou para os lados, observando se tinha alguém, mas com aquele tempo feio e chuva... nessa rua escondida ninguém passava. Ele caminhou para perto de mim , segurando meus cabelos me arrastou até o carro , eu tentei chutar, mas foi pior, ele me levantou e com força bateu no meu rosto, senti um gosto de sangue naquela hora e o melhor r... rsss...fiquei excitada com a situação. Medo e tesão misturavam-se...Rapidamente fui jogada dentro do porta-malas e o pânico apareceu. Tentei levantar mas ele segurou-me com força e amarrou meus pulsos nos meus tornozelos e abrindo minha boca, enfiou um pano e tapou com silvertape.. Estava apavorada, com medo q ele fechasse a mala e eu sufocasse ali.....mas percebia q a partir daquele momento.... oq eu sentia... ou queria, não interessava mais. Era apenas uma escrava, propriedade de alguém... para ser usada da forma q ele desejasse. Mas foi impossível segurar o medo e as lágrimas, quando ele fechou a mala do carro e fiquei presa, sozinha no escuro. Tentei pensar em outra coisa, para ver se suportava, mas meu coração parecia q ia sair .... E o carro em velocidade me jogava p/os lados.
- Postado por: VEG às 18h25
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Fechei os olhos e implorava em pensamentos q o carro parasse e ele me tirasse dali. Alguns minutos depois finalmente parou. O porta-malas é aberto e vejo aquele homem, meu SENHOR.... DONO.....e sádico. Tirou a mordaça da minha boca e me pegou no colo, levando-me p/dentro de um quarto, jogou-me com força em cima da cama e desamarrando meus pulsos, mandou eu assinar um contrato, tornando-me sua escrava. Depois sentou numa cadeira e ordenou q tirasse toda a minha roupa .... Tirei peça por peça.... blusa, calça... mas na hora de tirar o resto, aquela moleka do Chat, ficou tímida e parou... Ele levantou da cadeira e com uma faca cortou meu soutien e calcinha, deixando-me nua e assustada. Encostou-me na parede e deslizou a faca no meu peito, apertando o biquinho, desceu até minha barriga e sentí ele passando com força, ardeu, cortou, tentei olhar p/baixo, mas sua mão apertando meu pescoço, sufocava-me e impedia qualquer gesto além de gemidos de dor. Eu não conseguia falar pq tava cheia de tesão, medo, dor e isso excitava-me demais... porém fiquei com muita vergonha quando ele passou a mão entre minhas pernas e sentiu minha bucetinha molhada e esboçando um sorriso falou: -Cadela safada, vc está gostando...Vadia... vou te dar um banho agora, para examinar oq é meu. Soltou-me e aí q notei o sangue na minha barriga, ele tinha feito um corte, superficial, mas sangrou e ardeu p/caramba. Caminhou até o banheiro e mandou q eu fosse de quatro até lá, como uma cadelinha safada. Foi aí q caí na besteira de falar oq tava acostumada no virtual ... e soltei uma risadinha, disse q não, passei o dedo no meu sangue e limpei no lençol, sentando na cama. Disse q ia tomar banho, mas não de quatro. Ele calado entrou e fez a banheira encher. Nesse tempo não disse nadinha e eu tentava esconder a ardência q tava sentindo pelo corte. O meu lado atrevida, não queria mostrar q estava indefesa. Voltando p/quarto, nem falou, gritou, ordenando q eu ficasse de quatro. Eu sentia vontade de obedecer, mas a minha mania de provocar superou e não obedecí. Me puxando pelos cabelos, me fez ajoelhar e esfregou meu rosto na sua calça, fazendo-me sentir como estava duro o seu membro. Forçou-me mais ainda até eu encostar minha cabeça no chão e pisou com força , apertando meu rosto com o pé e falou....-Quem eu sou???? O que eu sou teu???? E vc oq é????? Eu com a minha mão tentava tirar o pé daquele homem do meu rosto, mas foi em vão, cada vez q eu não respondia oq ele perguntava, apertava mais ainda, até eu gritar q ele era meu DONO, meu SENHOR e q eu era a escrava dele, uma cadelinha putinha q estava ali apenas para servi-lo. Soltou-me e disse q agora eu não precisava mais ficar de quatro, pq ele ia punir minha rebeldia. Gelei.... e apelei pelo “por favor senhor”, é o nosso primeiro encontro.....
- Postado por: VEG às 18h25
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Ele calou minha boca com um beijo, mordendo meu lábio com força....Empurrou-me para o Box e ajoelhada, ele demarcou sua propriedade, molhou o meu rosto, a boca, todo o corpo com “ chuva dourada”. Sentí o cheiro e como era quente,... humm... e sentia tesão.. quanto mais imaginava cenas safadas, nojentas... mais excitada ficava..... Não queria demonstrar, mas foi impossível... fechei os olhos e aproveitei, sentei no chão e esperei ele terminar. Apertando meu rosto, me abriu a boca, cuspiu dentro dela, beijou novamente e forçou o pau até minha garganta...-Tá sentindo oq é um pau? Agora vc já sabe como é..... engole tudo...engole o pau do teu DONO e forçava, a entrada.....me deixando engasgada de verdade... Ligou o chuveiro....me lavando.......Enrolou meu cabelo na mão e me arrastou até o lado da banheira...-Sua putinha!!!! Agora vc vai aprender a ser uma cadelinha obediente e se gritar vai ser pior!!!!...... Me colocou de joelhos, e segurando-me os cabelos empurrou minha cabeça na água.... tentando afogar......Eu tentava me soltar, mas quanto maior era a força q eu fazia p/me soltar, maior era o tempo q ele deixava minha cabeça mergulhada na água. Fez isso várias vezes, até eu engolir água ... Chorei e implorei.... ele me soltou e disse q eu deveria lambê-lo todo como uma cadelinha obediente. Eu tossindo, com a garganta queimando, observava ele tirar a roupa que imediatamente encostou o pé na minha boca e disse: -Lambe teu DONO!!! Dessa vez obedecí, caladinha e comecei a lamber.. .. Minha boca encheu de água, de tesão e eu não só lambia , mas sugava, chupava, mordia bem devagar. . Minutos depois, com a voz brava, ordenou q eu sentasse na pontinha do vaso com as pernas bem abertas e q abrisse minha bucetinha o máximo possível e mostrasse como essa cadelinha faz xixi..... – Faça agora!!! Ordenou meu DONO , eu obedecí e mostrei minha chuva dourada. Ele com tesão olhava fixamente para a cena e depois de apreciar ......reclamou......-Sua porquinha!!!Fez no chão e agora vai limpar... Puxou minha cabeça e me esfregou, lambuzando-me todinha com o meu próprio xixi, fiquei toda molhada. Em seguida, levantou-me e empurrou-me p/dentro do Box.... Lá dentro, me abraçou, passou a língua no meu rosto e eu.... sentindo aquele corpo de homem ... nu... pela primeira vez...era excitante... Apertou-me, beijou-me e olhando p/mim disse q há tempos sonhava com isso, sua mão começou a apertar meus seios, a nossa respiração mudou e ele “não sei pq”,empurrou-me e disse q não era a hora ainda, colocou o sabonete na minha mão e eu passei bem devagar naquele corpo q eu imaginava no meu, todas as noites e olhando cada detalhe, cada contorno...acariciei... toquei... desejei....Depois mostrou-me a toalha e ordenou q enxugasse o corpo dele e eu obedecendo, delicadamente sequei cada parte do seu corpo.Quando saímos do banheiro, ele mandou q eu deitasse em cima de uma pequena mesa. Amarrou minhas pernas e braços abertos e colocou algo na minha boca, q desconheço o nome q a deixava aberta. Disse q iria me examinar, olhar cada pedaço do meu corpo e q meu castigo não tinha acabado. Foi p/o meu lado e começou a esfregar o pau na minha boca, língua... e com a mão começou a alisar e apertar, meu peito, bucetinha e colocou uns prendedores de metal q doeu demais nos meus biquinhos e outro na minha língua.....
- Postado por: VEG às 18h24
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Caminhou p/o meio das minhas pernas e abrindo com a mão os lábios, observou meu clitóris, a entradinha da minha bucetinha.... o meu rabinho... encostou a ponta do dedo e forçou à seco a entrada, soltei um gemido alto, enquanto ele empurrava até o fundo. Com a boca, começou a sugar meu grelinho, me deixando maluca, até q levantou-se e melou tudo com gel e empurrou o pau com força p/dentro de mim. A dor foi tanta q pensei q ia desmaiar, não conseguia falar ou gritar com aquilo na boca, só gemia....Sentia ele rasgando minha bucetinha apertadinha e tapas fortes queimavam meu rosto. Não sabia mais oq era dor e tesão... misturou tudo e ele me violentou sem pena nenhuma.... rasgou minha bucetinha.e tirando o pregador da minha língua, empurrou o pau melado na minha garganta e gozou. Como não podia movimentar a boca, acabei engasgando, mas engolí todo o leitinho. Desamarrou-me e falou q ia descobrir agora se eu era masoka de verdade. Fiquei em pé, cheia de dor na bucetinha, tive q ficar virada p/parede. Com os braços p/cima e ele disse q se eu os baixasse, em vez de chicotear-me , ele me queimaria, encostou em mim e apertou meu nariz e boca, sufocando-me, mordeu meu pescoço, meu ombro. Pegou um chicote e bateu várias vezes nas minhas costas, bunda e muito excitado disse q eu estava sangrando e lambeu minhas costas. Eu chorei, mas o medo de ser queimada foi maior e esperei ele parar de bater. Quando acabou, ajoelhei-me no chão, doía demais e naquela hora me postei aos pés dele e assumí minha condição de escrava, por adorar meu DONO e por saber dos castigos q receberia por não obedecer. Ele pegou uma coleira e colocou no meu pescoço e nela estava escrito... ”VEG”.
- Postado por: VEG às 18h24
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LISTEN TO SOME DEMOS:
- Vaginal frictions
- Orgasmic ocean
- Pelvic rubbings
- Eternal climax
- Remote ejaculation
- Sexual devotion
- Phrenetic semen
- Perverted tongues
- Wet dreams
- Clitoris frenzy
- Inundated vaginas
- Wish to lick
- Puddle of sex
- Postado por: Sr.Vítor às 12h26
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Coisa linda de ver
- Postado por: Sr.Vítor às 12h24
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Regresso à escola ( Retirado do blog http://dreamsandnightmares.blogspot.com)
A sala estava transformada numa sala de aulas. Sentada numa cadeira de braços, transformada numa carteira improvisada, estava ela, trajada de colegial. Tinha o cabelo louro apanhado dos lados em duas longas tranças, presas com pequenos laços azuis. Vestia uma camisa branca, gravata, saia curta e com pregas, e meias brancas por cima do joelho. Calçava sapatos rasos, de fivela, pretos e envernizados. Sentado numa poltrona, atrás de uma secretaria, estava o seu professor, vestido num austero fato e gravata.
"Abre o livro e começa a ler o capítulo três em voz alta.", ordenou ele, com voz ríspida.
Ela abriu o livro e começou a ler. Era uma história pornográfica. Depois ela de estar a ler à pouco mais de dois minutos ele viu que ela se acariciava entre as pernas enquanto lia.
"Vem cá, menina.", ordenou ele.
Ela levantou-se e caminhou até ficar frente à secretaria dele.
"Mostra-me a tua mão."
Ela obedeceu inocentemente esticando a mão. Ele agarrou-a pelo pulso e virou-lhe a palma da mão para cima. Pegou numa palmatória e atingiu-a com força, fazendo-a gemer. Depois pediu-lhe a outra mão e repetiu o castigo.
"Isto é para não te acariciares na aula sem pedir autorização.", explicou ele. "Agora vai até ao quadro e escreve dez vezes que não te voltas a masturbar na sala de aula."
Ela foi até ao quadro verde montado num tripé. Pegou num pau de giz e escreveu. Quando terminou, ele voltou a chamá-la para junto dele.
"Abre a camisa.", ordenou ele.
Ela obedeceu, expondo o peito e o soutien branco. Ele puxou-lhe o soutien para baixo revelando-lhe os seios.
"Vais usar o uniforme assim até ao final da aula como castigo. Agora volta ao teu lugar e retoma a leitura onde paraste."
Ela voltou a sentar-se e retomou a leitura. Tinha agora os seios expostos, proeminentes e redondos, impelidos para cima pelo soutien e com a gravata a pender entre eles.
O professor levantou-se e começou a andar para cá e para lá em redor dela enquanto ela lia. De repente parou junto aos livros pousados no chão junto à cadeira dela. Baixou-se e apanhou um livro de contos infantis.
"O que é isto? A tua mãe sabe que andas a ler estas porcarias? Onde é que arranjaste isto?", perguntou ele, indignado e furioso.
"Na biblioteca.", respondeu ela, timidamente.
"Na próxima semana tens um exame sobre o KamaSutra e em vez de andares a estudar, andas a ler estas porcarias? Deve recordar-te que se não passares no exame terás de ir à oral. Sabes o que isso significa, não sabes?", perguntou ele.
Ela não respondeu.
"Sabes ou não?", insistiu ele, atirando violentamente o livro para o chão.
"Sei sim. Perdoe-me, não volta a acontecer.", respondeu ela, assustada.
"Pedir desculpa não chega para o que fizeste.", contrapôs ele.
Agarrou-a por uma orelha e forçou-a a levantar-se e a afastar-se da cadeira.
"Dobra-te para a frente.", ordenou ele.
Ela obedeceu. Quando se curvou, as coxas ficaram-lhe expostas até cerca do local onde se começavam a confundir com as nádegas, espreitando debaixo da saia. Ficou imóvel, dobrada para a frente com as mãos nos joelhos. Ele levantou-lhe a saia, revelando as nádegas cândidas, coberto por cuequinhas brancas.
Ela pôde sentir o queimar conforme a mão dele lhe atingiu cada nádega, repetida e alternadamente. Ela estava dividida entre a sua indefesa e humilhação e a sua excitação. Ele sabia realizar o espancamento de uma forma que não parecia tanto castigo como erótico. Era doloroso, e ela chorava, mas era sexual ao mesmo tempo. Ignorando os gemidos dela, ele continuou, trocando a sua mão pela vergasta que servia de ponteiro.
Quando ele terminou, o leve cor-de-rosa das nádegas dela tinha dado lugar a um vermelho vivo. A pele estava hipersensível e um leve toque parecia intenso.
Terminado o espancamento, ele colocou-a de castigo, fazendo-a ficar a um canto virada para a parede e mantendo a saia levantada para mostrar as suas nádegas severamente castigadas.
O professor recostou-se numa cadeira e começou a ler o jornal, olhando-a de vez em quando para se certificar de que ela estava a cumprir correctamente o castigo e ralhando-lhe para puxar a saia mais para cima sempre que ela relaxa por instantes.
Ele fê-la ficar assim durante uma hora, apesar de ao fim de meia ela ter começado a pedir insistentemente para ir à casa de banho, ao que ele apenas respondeu que ela teria de esperar pelo final da aula ou fazer pelas pernas abaixo.
supermourinho
- Postado por: Sr.Vítor às 12h10
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Chaveiro

- Postado por: Sr.Vítor às 12h05
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